"Os objetos e as circunstâncias que promovem a felicidade são tão variáveis no tempo e no espaço, de tal forma que um mesmo estilo de vida pode levar um grupo ou uma pessoa a uma maior felicidade e levar outros a miséria."
Assim pensava Benthan.
sábado, 11 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
See you on the other side
Lá fora há uma folha que se balança com o vento,
Refletindo o brilho do sol.
Aqui dentro,
Em meu coraçcão sinto algo;
que não sei se é a presença ou a ausência.
Uma palavra de amor, uma lágrima.
Uma memória.
Sei que está em algum lugar.
E que aqui já não posso encontrar.
Que tudo seja belo,
E calor do sol intenso.
Não sei porque nossos caminhos se cruzaram, mas espero que se cruzem novamente.
Rest in peace dear D.
When I see you, I'll see you on the other side.
Refletindo o brilho do sol.
Aqui dentro,
Em meu coraçcão sinto algo;
que não sei se é a presença ou a ausência.
Uma palavra de amor, uma lágrima.
Uma memória.
Sei que está em algum lugar.
E que aqui já não posso encontrar.
Que tudo seja belo,
E calor do sol intenso.
Não sei porque nossos caminhos se cruzaram, mas espero que se cruzem novamente.
Rest in peace dear D.
When I see you, I'll see you on the other side.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Quarto Escuro
Eu vi você pela janela,
Entre folhas soltas e solidão.
Venha me contar o que é que tenho que fazer, o que devo desejar colher.
Me esqueço do seu nome quando se vira;
Esqueço sua idade e sua vida.
Compreender o outro é obscuro.
Mas compreender a si mesmo é como um quarto escuro.
Entre folhas soltas e solidão.
Venha me contar o que é que tenho que fazer, o que devo desejar colher.
Me esqueço do seu nome quando se vira;
Esqueço sua idade e sua vida.
Compreender o outro é obscuro.
Mas compreender a si mesmo é como um quarto escuro.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Ser Estar Viver Morrer
Viver e ser
Ser é viver;
Ser é estar.
Quando o céu fica dourado, lembro-me de você
Triste é distinguir o sonho da realidade.
Olhar para a cadeira que já está vazia no fim da tarde e depois pela manhã novamente.
Viver é morrer,
Morrer para viver.
E depois estar em outro lugar.
para te ver
para Ser com você.
Minha mente está na sua
Lembre-se de mim
O significado de existir,
Juntos para sempre,
E não há limites para ser e estar.Juntos hoje e amanhã.
Até o fim dos tempos.
Dos velhos e dos novos.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
blá blá blá bleed
Baixa a cabeça, senta os olhos sobre o livro;
Devia ter olhado as datas, mas agora é tarde.
Devia ter quebrado, mas está cedo ainda.
Pensa nas palavras, em cada sílaba, não faz sentido.
Não faz sentido, não consigo ouvir qual é o som.
É um problema.
Permaço ouvindo o som da música;
I bleed.
Devia ter olhado as datas, mas agora é tarde.
Devia ter quebrado, mas está cedo ainda.
Pensa nas palavras, em cada sílaba, não faz sentido.
Não faz sentido, não consigo ouvir qual é o som.
É um problema.
Permaço ouvindo o som da música;
I bleed.
terça-feira, 29 de junho de 2010
O reflexo dialético
Eu pude ver meus olhos na janela, quando olhei para fora.
Como reflexo de outra coisa, um eterno Devir, perguntei a mim mesma, quem era aquela presa na janela ?
Quando a essência não se reconhece na existência, isso deveria ocorrer o tempo todo, pois sempre vivemos o que não é mais.
Será que um dia encontraremos o real?
Convivendo todos os dias com um reflexo de outro alguém, que em poucos minutos deixa de existir.
Devir
Devir
Devir...
E se você puder me dizer "Ao infinito e além!", alguém terá de lhe responder, ele já foi.
E tudo se foi.
Como reflexo de outra coisa, um eterno Devir, perguntei a mim mesma, quem era aquela presa na janela ?
Quando a essência não se reconhece na existência, isso deveria ocorrer o tempo todo, pois sempre vivemos o que não é mais.
Será que um dia encontraremos o real?
Convivendo todos os dias com um reflexo de outro alguém, que em poucos minutos deixa de existir.
Devir
Devir
Devir...
E se você puder me dizer "Ao infinito e além!", alguém terá de lhe responder, ele já foi.
E tudo se foi.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Pessoas dizem...
Há aqueles dizem que é possível ver a morte quando ela desce do céu.
Até onde minha memória vai, não vi nada parecido.
Há aqueles que dizem que se beber da água da fonte se autorealizará;
E outros que dizem que a fonte já secou.
Há aqueles que dizem que tudo acabou, outros que nada acabou e aqueles que mal começaram a viver.
Querer é desejar, um passo para realizar.
Dizem tantas coisas.
Até onde minha memória vai, não vi nada parecido.
Há aqueles que dizem que se beber da água da fonte se autorealizará;
E outros que dizem que a fonte já secou.
Há aqueles que dizem que tudo acabou, outros que nada acabou e aqueles que mal começaram a viver.
Querer é desejar, um passo para realizar.
Dizem tantas coisas.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Der Geist
"Ich bin der Geist der stets verneint."
(Sou o espírito que sempre nega.)
Disse Mefisto à Fausto. Goethe
Ontem eu conheci algo que eu já sabia, mas soube novamente.
Aquele que sempre nega, é o nada que está em tudo.
(Sou o espírito que sempre nega.)
Disse Mefisto à Fausto. Goethe
Ontem eu conheci algo que eu já sabia, mas soube novamente.
Aquele que sempre nega, é o nada que está em tudo.
Todo mundo tem um amigo Pedro
Velhas cartas amassadas na caixa;
O terno de sempre e o sapato de todo dia.
A cara funebre e desleixada no espelho;
e se queixa do inferno.
Ah meu pobre amigo, acorda! São sete horas!
Veja lá fora, a vida é azul com um toque de loucura.
Desperte seu coração para a realidade, e abra os olhos.
Vou te hospedar na minha gargalhada
Ouvindo a sua voz tempos depois
percebo que posso interpretar a mesma coisa.
Vou te guardar, vou me lembrar, te levar comigo.
Sem conhecer a sua cara.
Nunca encontramos as mesmas pessoas, elas sempre já se tornaram outras.
percebo que posso interpretar a mesma coisa.
Vou te guardar, vou me lembrar, te levar comigo.
Sem conhecer a sua cara.
Nunca encontramos as mesmas pessoas, elas sempre já se tornaram outras.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Como dizem os Beatles "Good day sunshine!"
O sol bate na minha janela, enquanto derruba a caneca do café.
Manhã é sempre uma loucura, não se sabe se é dia ou se está sonhando.
Sentada aqui em frente a tudo, escrevo e relato sobre o que vejo pela minha janela, uma fronteira impenetrável, entre eu e o mundo observável.
Entre uma goleada e outra de café, mais amarga a minha boca fica, e mais doce as minhas palavras se tornam.
Nessas relações tudo é altamente oposto.
Apagando as equações mal feitas, percebo que não são erros, são falhas e que não há nada mais a se fazer se não observar e comparar, por traz da janela com minhas lentes especiais.
Manias de profissão são insuspeitáveis. Coisas que ficam só para a gente.
Sem protagonistas
Sempre existe alguém para ser esquecido;
Sempre existe alguém para ser lembrado,
alguém para sentir;
Alguém bem perto, alguém ali do lado.
Um grande albúm de memórias, onde é possível pressionar a tecla del.
Isso é realidade?
Esquecer é possível?
Não sei bem certo até onde vai a minha ilusão, se se mistura com a intuição, ou se é do coração.
Pequenos curtas sem protagonistas. Ouvidos cansados.
Ao menos continuam os dias, um após o outro, cada vez mais sóbria vou estar.
Sempre existe alguém para ser lembrado,
alguém para sentir;
Alguém bem perto, alguém ali do lado.
Um grande albúm de memórias, onde é possível pressionar a tecla del.
Isso é realidade?
Esquecer é possível?
Não sei bem certo até onde vai a minha ilusão, se se mistura com a intuição, ou se é do coração.
Pequenos curtas sem protagonistas. Ouvidos cansados.
Ao menos continuam os dias, um após o outro, cada vez mais sóbria vou estar.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Interpretando
Hoje eu vi o paraíso;
entre uma piscada e outra aprendi o segredo da vida;
Observando aqueles que choravam sozinhos num mesmo lugar.
Transcedental, não havia mais nada lá
o azul imundando as mentes, levava os pensamentos, enquanto que
por um instante a terra parou.
Agora eu sei quem sou.
entre uma piscada e outra aprendi o segredo da vida;
Observando aqueles que choravam sozinhos num mesmo lugar.
Transcedental, não havia mais nada lá
o azul imundando as mentes, levava os pensamentos, enquanto que
por um instante a terra parou.
Agora eu sei quem sou.
Aonde você vai eu também vou
Pena que você não saiba,
Que tudo acaba como começou;
Estando só, rodeada de gente,
Eu penso em você, que não compreende o verbo.
Aonde você vai eu também vou, mesmo na ausência.
Lembro dos velhos dias, que estão apagados no irreal do passado.
Estamos ausentes, mas aonde você vai eu também vou.
Somos um mesmo Universo.
E eu não tenho mais o que lhe dizer;
Que tudo acaba como começou;
Estando só, rodeada de gente,
Eu penso em você, que não compreende o verbo.
Aonde você vai eu também vou, mesmo na ausência.
Lembro dos velhos dias, que estão apagados no irreal do passado.
Estamos ausentes, mas aonde você vai eu também vou.
Somos um mesmo Universo.
E eu não tenho mais o que lhe dizer;
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Sozinho na memória
Naquela casa sobre a colina, onde a neblina não alcança.
Aquecia a chaleira no fogão, o vapor nublava minha visão;
Sempre dizia que seria por pouco tempo, tempo construído, que não faz mais sentido;
Agora não sei que dia é, ou quanto tempo faz.
Contávamos as histórias, revigorávamos nossos tempos de glória.
Sua risada viva só encontro nos sonhos,
Frios e gelados, após a meia-noite.
É difícil te levar por todos os lugares, as pernas fracas já não conseguem empurrar a cadeira.
Estamos presos nas fotografias, imagens fieis?
Sempre me pergunto o que é a memória, se é real ou imaginação. A sua opinião? Não, não...
Só o ouviria reclamar.
A filosofia nos leva e nos condena a sempre pensar. Minha cabeça bem que queria descansar.
Nossos contos dormem e viajam nas paredes da casa sobre a colina, lá fora nossas frases e passos quase apagados no meio da grama, do meio do pasto entre o gado.
Nunca mais irei acordar as 4:00 hrs. Embora você insista, eu nem te sinto presente na cama quando acordo.
Te perco na colina estática.
No horizonte imperceptível das noites da alma.

Aquecia a chaleira no fogão, o vapor nublava minha visão;
Sempre dizia que seria por pouco tempo, tempo construído, que não faz mais sentido;
Agora não sei que dia é, ou quanto tempo faz.
Contávamos as histórias, revigorávamos nossos tempos de glória.
Sua risada viva só encontro nos sonhos,
Frios e gelados, após a meia-noite.
É difícil te levar por todos os lugares, as pernas fracas já não conseguem empurrar a cadeira.
Estamos presos nas fotografias, imagens fieis?
Sempre me pergunto o que é a memória, se é real ou imaginação. A sua opinião? Não, não...
Só o ouviria reclamar.
A filosofia nos leva e nos condena a sempre pensar. Minha cabeça bem que queria descansar.
Nossos contos dormem e viajam nas paredes da casa sobre a colina, lá fora nossas frases e passos quase apagados no meio da grama, do meio do pasto entre o gado.
Nunca mais irei acordar as 4:00 hrs. Embora você insista, eu nem te sinto presente na cama quando acordo.
Te perco na colina estática.
No horizonte imperceptível das noites da alma.

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